Amo o vento. E amo ao vento. Mas se tu disseres que na vida nunca amou nada, eu tenho amor pra mim e pra ti. E isso basta. Deita, sossega, e expire... Fundo, bem fundo... Enquanto isso em italiano eu grito ao ar: Io te amo, Io te amo, Io te amo... mio primo amore... Abra todas as portas, todas as janelas, não há razão pra nenhuma delas, tudo é seguro, tudo é sereno, como teu rosto, leve... Sossega... Deixe que eu te leve pras nuvens, deixe que os pássaros paguem uma ópera em tributo ao maior de todos os sentimentos, e as folhas dancem ao canto dos passarinhos pelo ar, como bailarinas, e tudo vire ópera, e tudo vire arte e tudo gire, e tudo vire vento. Porque essa é a força da vida, sentir amor, é o que move, é o sussurro gritado e berrado, tudo vira poesia e da póstuma tristeza, dos meus sentimentos incompreendidos, nem tenho mais lembraças, Enquanto isso, não me canso de gritar: mio amore, mio amore, mio amore... mia ragarzza, eu expiro, eu tu me inspiras.

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3 rabiscos:
"Mas se tu disseres que na vida nunca amou nada..."
Tá plagiando minha vida, é?!? Essa história de não amar nada é minha, rs!
E haja inspiração! Você anda tendo-a bastante hein? rs
"Porque essa é a força da vida, sentir amor, é o que move,"
Beijão Elton.
opá !!! parabéns pelo blog, e se possível da uma passada lá no meu e comenta...blz...um abraço !!!
obs..legal o perfil
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