quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Um caso de amor que não tem solução.


Sem colocá-la acima de tudo...
O amor ou o ódio,
A morte ou a vida,
Bobagens de uma razão louca,
Nunca mais poetizarei
Que você é um caso de amor que não tem solução,
Digo a todos,
Não mais te querer;
Menti! Sim! Quando disse,
Amar-te por todas as eternidades;
Eu prometo!
Eu juro!
Não mais querer teus abraços e teus beijos
Quantas e quantas, menti dizendo,
Que persiste uma paixão desvairada sem jeito;
Quero tanto!
Ver a lua de prata,
Ver o céu do meu sertão,
Que um dia amei;
Jamais posso esquecer
Que o tempo foi o meu melhor companheiro,
Eu não te amo,
Fui um falso quando disse,
Eu queria te dizer mais...
(Poema pra ser lido de baixo para cima)

Obedeça!

Secreto!

Existem; claro, não exatamente isso; amores possíveis e amores não possíveis, não digo amor de eros, mas todo e qualquer tipo, vi um, que julgava eu, ser impossível, mas não era, era coisa da minha mente, que julga e condena, sendo o culpado eu mesmo, a partir dali passei a mudar, a não ser tão duro, não mais subestimarei os homens, nem pro mal, nem pro bem. Absolutamente ninguém, mas ninguém mesmo, além de mim, vai entender o que eu acabo de escrever, pelo menos não exatamente, mas pela primeira vez na vida, não sentir vontade de escrever pra ninguém entender, além de mim, escrevi pra mim mesmo, exponho, sei lá porque, mas só eu vou entender...

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Revolução Sim! Mas Com Nike no Pé! Se Não, Não Vou!

A revolução de Nike no pé, essa foi a matéria que acabei de ler da Caros Amigos, a revolta da classe média contra Lula, [muitos risos], o que me surpreendeu foi o fato de cinco minutos antes estar em uma roda, tomando cerveja, bem, boa parte da roda, burguês, o papo? Claro! Coisas legais, tipo quanto custou meu tênis da Nike, papai vai me dar um carro se eu passar no vestibular, mas vou fazer particular! As meninas... bem... Eu não as conhecia... Depois que conheci preferi nunca ter conhecido, havia uma inclusive que me deixava de queixo caído sempre que eu via nas ruas, corpo bem definido, tipo gostosa! Branca com os cabelos extremamente pretos, tipo que me atrai, lembra-me a beleza gótica, mas quando ela se pôs a falar... Pensei! Essa é daquelas que você só quer uma noite e depois não agüenta mais.
Quando eu não suportava mais o papo, dei a minha desculpa clássica quando não quero estar mais em um lugar, tenho aula amanhã, tenho que acordar cedo, não que um grupo de amigos que sentem pra conversar vai ficar falando de política, religião, filosofia... etc... etc... Mas Porra! Ficar falando de Nike?! Carro?! E os meninos da Asia que fabricam esses tênis através de um “sálario” escravo, que já foi denunciado milhares de vezes, mas o poder desta empresa não deixa nem a UNICEF fazer alguma coisa?! Porque deles ninguém fala? Sabe porque? Porque essa geração Nike no pé são um bando de desinformados, isso sem falar no fato de serem extremamente egocêntricos, acho que o país está passando por um processo de inversão de papeis, no qual os “menininhos de papai” bando de alienados vão perder seus papais e cair em miséria[lê-se finaceira quanto mental], quanto que uma nova classe surge pra substituir essa velha classe média, que sempre foi a mãe dos intelectuais durante anos, mas que hoje é berço de Revoluções tipo... Cara Pintada, [risos, risos e mais risos] um bando de palhaços, a classe média de hoje é formada por um bando de idiotas.

domingo, 17 de agosto de 2008

Blá, Blá, Blá...

No meio de tudo que o mundo nos conta,
Quase tudo é inútil
Boa parte é mentira
Uma ínfima parte é besteira
E quase nada é verdade.

Os homens vivem baseados;
Ou na busca eterna por um amor,
Ou na incansável luta pelo dinheiro,
Ou na inútil tentativa de ser feliz.

sábado, 9 de agosto de 2008

Acabou!


Acabou!
Acabou os beijos e as juras
acabou!
Acabou as rosas
Acabou as falsas palavras de amor que um dizia ao outro, só pra não se sentir só]
acabou!

Acabei de sair
Acabei de deixar a chaleira que você tanto gostava, mas fiquei com a cafeteira]
acabou aquela amizade colorida sem cor
coincidência!
Acabou o amor

acabou um sentimento que nunca existiu
Um amor preto e branco sem cor

tudo que posso dizer agora
é que acabou!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Pseudónimo Dalila

Fiz um poema pra ela! Mas nunca declamei-o, medo, não sei bem... sei que sempre desejei seus lábios, companheiros de partido, infelizmente, amigos, nunca tive coragem de dizer nada, e como temos o que plantamos, nunca tive nada com ela, pra mim, amizade, nesse caso, é nada, mas não é um nada qualquer, é um nada desses que te deixa um vazio, mas um vazio...

Eu fiz questão de investigar cada preferencia dele, cada detalhe de sua vida, quis saber, porque ele e não eu, o que ele fez, que não fiz, foi aí que me dei conta, que nunca fiz nada.
Soube por alto, rasguei a última camisa do partido, e lembrei quando juntos tremulamos uma bandeira vermelha, que se desfez, tanto pra mim, quanto pra ela, admirei-a, mulheres na política não se vêem todos os dias por aí, saímos juntos, eu pra esquerda e ela pra direita, e nunca mais nos vimos, mas soube dela, e quando soube, sentir uma dor dessas que não se sentem por qualquer coisa não! E só não chorei, porque homem não chora! E tudo isso por causa de uma flor rocha que nasce no coração dos trouxas.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Nefasto

Nefasto,
me afasto,
vou,
volto,
morro,
engano,
e volto de novo;
saiu,
morto,
sensato
renasço,
amo
e volto como um corvo.

“E” de Natureza


Em meados do mês de abril, em uma manhã, algo de muito estranho aparece no centro da cidade de Cruz das Almas, as pessoas passavam, olhavam, se aproximavam, perplexas; curiosos iam se aglomerando, que era aquela coisa?
No meio de centenas de carros que passavam, um, parado, chamava a atenção, uma Kombi, que era uma verdadeira obra de arte, ou loucura alguns diziam, o veículo era todo coberto por um material que lembrava o barro, embaixo desse material, terra, alguns furos por onde passavam caules e as folhas das plantas, no meio dessas plantas, rostos de animais, elefantes, búfalos, bodes... Cercando esse carro foi colocada uma espécie de cerca em forma de círculos, nos quais tinha dentro frases e fotos, frases que falavam do amor ao próximo, defendiam a natureza, a liberdade e a amizade, fotos de lugares por onde o dono daquele automóvel havia passado, atrás da Kombi, um palhaço de aproximadamente 2m montado num cavalo, era puxado pelo carro.
Quem poderia ser o artista? Ou o louco? Logo ele aparece, barbudo, cabeludo, magro, branco, mas com a pele queimada pelo sol, aparentemente 40 anos, com uma blusa branca com desenhos de máscaras africanas; o nome dele é uma verdadeira quebra de regras, “E” de Natureza, pouco a pouco curiosos rodeavam o carro, que também era uma casa, era lá que “E” de Natureza morava com sua família, do lado do carro um bode preto, parecia ser bem velho, era grande, causava medo a alguns que nem pensavam em se aproximar do animal.
Ele era um homem bem misterioso, gostava de conversar com as pessoas, mas não gostava de falar sobre si, era quase impossível tirar alguma coisa sobre ele, nada de fotos, nada de conversas muito íntimas sobre quem é “E” de Natureza, quem tentava ridicularizá-lo ele sempre tinha uma boa resposta, que mostrava que no mínimo “E” não era tão louco como alguns diziam, quem parava pra bater um papo com o viajante, ouvia seus discursos em defesa da natureza e do respeito ao próximo, sempre deixava um som ligado, normalmente Reggae, muitos passavam admirados e faziam elogios que fazia brotar dos lábios de “E” um sorriso raro.
Sem se importar com o preconceito de alguns, ele espunha sua expressão artística ambulante, deixava na beira da cerca uma escultura de uma mão estendida com uma placa sobreposta, que dizia: ajude essa obra de arte a se preservar, não quis dizer de onde é, e na manhã de 28 de abril “E” de Natureza do mesmo modo que apareceu, desapareceu, absolutamente do nada, sem dizer de onde veio nem pra onde ia.

Não Emplaco Um!


Pode parecer brincadeira, mas tenho blog desde de 2006, uns 30 talvez, sempre desistir de todos, mas o último foi o que mais gostei, num ato de insanidade etílica, fui apagar um blog, apaguei outro, perdi meu blog favorito, lá vai eu fazer meu 30º não sei o que, blog, aff... mas com esse, enfim emplacarei, a mistura de Jornalismo com literatura, deste cara que será um dos maiores jornalistas, cineastas, poetas, crônistas o que mais? deixa eu ver... ah! enfim um dos melhores em tudo.


P.S.: esqueçam tudo que falei agora, ainda estou sob o efeito do álcool, se beber não dirijam, e muito menos escrevam.

O Silêncio É Som?



Silêncio é som?
shiu!
não existe o silêncio, apenas som que não captamos
ausência dele, não?
Bem, isso levanta outra questão, se uma arvore cair e não tiver ninguém para escutar, ela faz barulho?
(:
Anônimo
o silêncio é um som em gestação.
silêncio é sexy
o que seria do som sem o silêncio?
O SILÊNCIO PODE SER OS SONS QUE ESQUECEMOS DE OUVIR...
O silencio é constante....
... e O som é a interrupção do silencio!
O silêncio é uma faca sem o cabo e faltando a lâmina.
é tudo uma questão de ponto de vista .


ou de ponto de audição .


hã hã oO ?

¬¬
se silêncio é som, os surdos não são tão surdos ;D
não acredito no silêncio.
se alguém encontrar esse tal "silêncio" me avisem, POR FAVOR!
Eu adoro o som da noite, os grilos, o vento... o silêncio relativo que faz bem.
o som é a negação do silêncio.

só pode existir o conceito 'silêncio' se existir também algo que seja sua alteridade, no caso o ruído/som.

tá, dizem que o universo vibra e que há sons que nosso ouvido não capta.
E DAÍ, CARA-PÁLIDA!
o som não se propaga no vácuo, logo, no vácuo há silêncio!
isso é uma questão filosófica sem préstimo pra humanidade....

...

Tenho 22 anos, dizem que sou de gemeos, mas não acredito nisso, não gosto falar sobre mim, nem saberia, nunca fumei maconha, sim! confesso, já roubei, chocolate na venda de seu Pascual aos 7 anos, não sou legal! agora que me apresentei, posso me abrir com vocês...