sexta-feira, 26 de março de 2010

Reciprocidade

Não, não meço mesmo o que sinto, não meço o que faço, não meço o que digo! E grito pra todo mundo ouvir. Não me envergonho de nada! Porque sou amor da cabeça aos pés. Não tenho coração, porque sou o próprio coração, e pulso todos os dias, e sinto, e me entrego, e quero novas aventuras, sempre! Sempre! Sempre! Não é entrega “mais ou menos”, sabe essa entrega morna?! Cerco-te de paixão, a paixão mais quente que houver, seco tuas lágrimas, e quando quiseres ir embora, basta dizer, “ADEUS”! Só isso, e nunca mais te procuro, mas enquanto você estiver dizendo venha, eu vou e vou com tudo! Porque meu sobrenome é RECIPROCIDADE, e todo fogo da minha paixão é na mesma medida que a tua, por isso se acende e se apaga tão intensamente, porque eu sou intenso. Se me entrego, é porque houve entrega do outro lado. Por isso, deixo nessas mal traçadas linhas, essas letras de ternura, e a quem a caso se interessar, a senha para entrar em meu peito é: Querotudoemedouporinteira.

Muito obrigado!





"Se eu tivesse um coração coração menos escandaloso, ele gritaria menos, mas não tenho."






1 rabiscos:

Nina Vieira disse...

Não se iluda. Reciprocidade é inexistente.