O deus grego Eros era cultuado pelos gregos como o deus do amor sexual. E a sensualidade era uma arte no mundo grego. Com o passar séculos a religião decepou a liberdade humana pondo o erotismo como algo pernicioso, um veneno, um ladrão de almas para o inferno. Uma nova revolução na década de 60 com o festival de Woodstock fez o inverso, na tentativa de trazer de volta a liberdade e o erotismo, exageraram e apelaram para a pura pornografia, com prática de sexo em público, sem pudor, com vários parceiros ao mesmo tempo, esse era o tempo da grande Janis Joplin, mas isso até vir a Aids pra fazer o papel da religião, novamente freando o instinto humano, freando o exagero. A sensualidade de maneira alguma deve ser confundida com a imunda e dispensável pornografia, o erotismo é arte, seja na literatura, fotografia, filmografia... Enfim!
Deixarei 3 indicações hoje!
“A Insustentável Leveza do Ser” de Millan Kundera é um dos clássicos da literatura mundial, um livro cheio de sensualidade e erotismo.
“Tudo Sobre Minha Mãe” Filmaço do Pedro Almodôvar! Obra prima!
“O Leitor” Concorreu o Oscar 2009 e trata o sexo como algo inocente tanto quanto avassalador. A paixão de um menino de 15 anos por uma mulher mais velha.

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1 rabiscos:
Mas que bacana! :)
PS: Volte sempre.
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