Parece aquelas estórias de filmes que eu adorava assistir, na verdade, desta vez, eu estava dentro de um desses filmes sem perceber, meu lado z, lado que ninguém sabe ou vê. Era um desses filmes que não tinha muita fila pra ver, mas eu adorava. A moça deixa cair o lenço, o rapaz abaixa pra pegar e pronto, ta aí uma estória. Sem explosões, tiros, pancadas na cara... E todas essas asneiras que enchem as filas de cinema, Delicadeza e doçura não fazem muito sucesso, nem livros, nem amores que dão certo.
___________________Mas coadjuvante, não nasci, sou o principal, nada de ser aquele que tenta roubar a menina do rapaz bonzinho, principal sempre, aquele que sobe na mesa e grita, o que lê um poema e rasga, o que com um violão bate na janela e sai encharcado d'água, mas depois volta e se afoga na boca da amada, e toda essa "clichesada" que sempre existiu. O que nunca morre no final.

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5 rabiscos:
ah nem ...
eu quero mais é morrer no fim.
Querido, acho-me muito Odete Roitman (escreve assim? sem paciência para ir no Google confirmar) para ser a boazinha da história. Acho mais interessante ser a vilã.
E minha vida é uma clichezada de novelas mexicanas. Acredite. E isso não é bom. Definitivamente não é.
Passei para lhe desejar um ótimo Natal,
Uma virada de ano cheia de Esperança
E muitas alegrias e paz em 2009!!!
Beijo,
Crica
Sejamos principais na vida! Nossa e na de outros! Cenas de marcar memória, assim sejamos!
E vc foi descrevendo as cenas com poucas palavras e associei a filmes diversos...rs...
Obrigada pela visita ao blog. Cantarei mais cenas como aquelas, assim espero. Um abraço e te aguardo em outros post's!
Preciso mesmo de clichês na minha vida. Meu modo sensato de resolver as coisas deixa meu filme com cara de produção de Cannes - final filosofico, em aberto, muita repercussao, mas... soh o cinema novo gostaria de algo assim.
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